Cuiabá, 28 de Maio de 2024

CIDADES Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2017, 10:04 - A | A

20 de Fevereiro de 2017, 10h:04 - A | A

CIDADES / "TRÂNSITO CAÓTICO"

Motoristas passam por teste de paciência em congestionamento

Da Redação



(Foto: Divulgação)

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 Trânsito caótico na Avenida Fernando Corrêa nesta manhã (20)

Pela segunda vez após a interdição da ponte sobre o Rio Coxipó, Professor Benedito Figueiredo, o trânsito na Avenida Fernando Corrêa da Costa ficou ainda mais caótico em horário de pico.

 

Na manhã desta segunda (20), ocorreu em uma das vias mais movimentadas da capital, um congestionamento quilométrico, na qual ônibus, carros e motociclistas formaram um verdadeiro nó trânsito.

 

 

O site Única News, recebeu com exclusividade, imagens do trânsito no local. O congestionamento começou antes do acesso ao viaduto MT – 040 – sentido bairro Centro, que dá acesso ao bairro Parque Cuiabá.

 

O benefício da integração - direito que dá ao usuário do transporte coletivo de poder pegar duas linhas de ônibus diferentes e pagar apenas uma passagem, foi ultrapassado. Além do constrangimento de chegar ao serviço atrasado devido à demora na liberação do trânsito.

 

Outro ponto que causou um verdadeiro teste de paciência aos motoristas foi na Avenida Beira Rio. O trânsito começou a fluir de forma normal após a ponte do Rio Coxipó.

 

A Prefeitura de Cuiabá e Defesa Civil interditaram, por tempo indeterminado, a ponte que interliga o bairro Jardim Califórnia – Beira Rio, com a Avenida Engenheiro Quidauguro Fonseca, no bairro Coophema. A interdição ocorreu na noite da última quinta (16).

 

A alternativa anunciada pela Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) é que motoristas devem evitar transitar na Fernando Corrêa em horário de pico e adotar medidas alternativas para fugir do trânsito. Todavia, esses acessos ‘alternativos’ não têm sido divulgados pela pasta – e motoristas devem se virar da forma que podem.

 

Devido às fortes chuvas, o Rio Coxipó esteve em estado de alerta sob risco de transbordar e causou prejuízos na cabeceira da estrutura - sob risco de desmoronamento.

 

Conforme relata o coordenador da prefeitura, Paulo Wolkmer, a ponte não apresenta problemas na estrutura, todavia já estava sendo monitorada pelos engenheiros técnicos por processo de “desbarrancamento” iniciado em novembro do ano passado.

 

A reportagem tentou contato com a Semob, mas as ligações não foram atendidas e nem retornadas até fechamento desta matéria. 

 

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