Cuiabá, 29 de Maio de 2024

POLÍCIA Sábado, 13 de Maio de 2017, 10:11 - A | A

13 de Maio de 2017, 10h:11 - A | A

POLÍCIA / EM DEFESA DE TAQUES

Jarbas critica ex-secretário e diz que vai "fazer o que ele deveria ter feito"

Por Suelen Alencar/ Única News



(Foto: Gcom-MT)

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O secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, disse em coletiva de imprensa que o ex-secretário, agora promotor, Mauro Zaque deveria ter interditado qualquer operação da Polícia Militar assim que soube de escutas ilegais. Segundo ele, o ex-secretário não agiu , já que poderia ter retirado o acesso da Polícia Militar ao programa “Guardião” – sistema utilizado pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) para fazer interceptações telefônicas.

 

"Eu pergunto, porque que ele não fez um mero ofício ao Gaeco dizendo 'interrompa toda atividade da Polícia Militar?' , isso não ocorreu. Eu estou adotando essa postura imediatamente enós avmos fazer uma atividade da polícia civil", disparou Jarbas. 

 

Veja declaração:

 

 

A interrupção do trabalho de intelência da Polícia Militar é uma das medidas que serão adotadas pelo Governo para apurar a denúncia sobre a ocorrência de uma rede clandestina de "grampos ilegais" no Estado. 

 

Conforme apurado pelo site Única News, o protocolo de denúncia datado em 08 de outubro de 2015 informa que foi apresentado uma carta de informações reservadas , ao gabinete do governador pelo secretário de Estado de Segurança publica Mauro Zaque de Jesus bem como pelo Secretário Executivo de Segurança Pública Fabio Galindo Silvestre e aponta que aquela pasta recebeu anonimamente documentos que demonstrariam em tese a prática criminosa de interceptação clandestina - ocorridos em 2015-.

 

“O fato é muito grave e precisa ser investigado, mas nós temos aconvicção de o governador não está envolvido em nada. Nós temos dentro da Secretaria de Segurança Pública, e isso era de conhecimento do promotor Mauro Zaque, um termo de cooperação técnica pela qual autorizava junto o Gaeco, a Polícia Militar a fazer uso do sistema Guardião. Faremos um ofício ainda hoje ao MPE pedindo a suspensão desse termo de cooperação técnica.”, explicou o secretário. 

 

Leia sobre 

Documentos mostram que governador enviou denúncia ao Gaeco e que grupo arquivou investigação de escutas ilegais

 

Quanto a investigação Jarbas disse que a ordem de Taques épara punir todos que - se caso houver crime-, seja culpabilizado, independente de quem for. O secretário também informou que vai uilizar as informações do Gaeco para processiguir com a investigação.

 

“Vamos pedir as informações sobre os fatos ao Gaeco, e como o Gaeco é um órgão de credibilidade, não teremos problema em ter essas informações  e a partir daí desenvolver uma investigação totalmente imparcial e identificar se houve ou não qualquer tipo de interceptação telefônica clandestina”, disse.

 

(Foto: Gcom-MT)

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Saída de Paulo Taques 

 

Acompanhado dos seus secretários de Estado, Taques afirmou que vai representa junto a Procuradoria Geral da Justiça o promotor (Veja o Vídeo). Questionando se a saída de Paulo Taques da Secretaria da Casa Civil tem alguma relação de envolvimento com as escuitas ilegais apontas da investigação, o tucano afirmou que jamais tiraria um agente do seu escalão por conta de "noticias da imprensa". 

 

"A saída de Paulo é apenas para que ele atue na defesa da minha honra, porque eu estou sendo acusado de algo que não existe, por uma fraude. Ele nada tem haver com investigação de escutas clandestinas", esclareceu o governador.

 

 

 

 

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