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POLÍTICA Domingo, 27 de Janeiro de 2019, 15:58 - A | A

27 de Janeiro de 2019, 15h:58 - A | A

POLÍTICA / MAIS DE R$ 545 MIL

CPI aponta superfaturamento na compra de peças para carros da Prefeitura de Pedra Preta

Da Redação



(Foto: Reprodução)

prefeito de Pedra Preta

 

Os vereadores de Pedra Preta, a 243 km de Cuiabá, aprovaram na sexta-feira (25) o relatório final da CPI que investigou um suposto superfaturamento na compra de peças mecânicas e pneus para a frota do município. O prefeito Juvenal Pereira Brito (MDB) e o ex-secretário de Finanças Fábio Jean Luzine são citados nas denúncias de desvio.

A CPI apontou dano ao erário no valor de R$ 545,3 mil, decorrente de sobrepreço e superfaturamento que configuram atos de improbidade administrativa.

A denúncia, feita no ano passado, tem os dois como principais investigados. Eles podem responder por improbidade administrativa se as irregularidades apontadas no documento forem constadas também pela Justiça.

A sessão extraordinária para votar o relatório final da CPI durou mais de 7 horas. A investigação começou no ano passado.

A frota do município tem cerca de 70 veículos, entre ônibus escolares, caminhões, maquinários e carros.

Dos 11 vereadores, seis votaram a favor do relatório e quatro contra.

O presidente da Câmara, Hélio de Farias não vota, mas como ele também é o relator da CPI já tinha dado parecer favorável em dezembro do ano passado. Mesmo assim, o relatório final precisou ser lido e votado em plenário, em cumprimento ao regime interno.

O prefeito acompanhou a sessão acompanhado do advogado dele. A defesa do ex-secretário de Finanças também estava presente.

Desde que a CPI foi aberta, em junho do ano passado, foram 180 dias de investigações em cima de análise de documentos e notas fiscais fornecidas pelo município, além de depoimentos de investigados e testemunhas.

O advogado do prefeito, Márcio Garcia, negou as supostas fraudes denunciadas pela CPI, e que já está prestando informações ao Ministério Público Estadual.

O advogado do ex-secretário de Finanças, Edson Ritter, também alega inocência e que o cliente está com a consciência tranquila.(Com G1)

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