Cuiabá, 19 de Maio de 2024

POLÍTICA Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017, 13:59 - A | A

13 de Dezembro de 2017, 13h:59 - A | A

POLÍTICA / BARRANCO DESMENTE

Deputado petista responde na Justiça suposto calote em advogados

Da Redação



(Foto: AL-MT/Arquivo/Web)

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O escritório Cyrineu e Silva Advocacia S/S ingressou com uma ação judicial para cobrar uma conta de R$ 151, 8 mil do deputado estadual petista, Valdir Barranco (PT). Os advogados Rodrigo Cyrineu e Ademar José da Silva, donos do escritório asseguram que a cobrança é por conta de supostos honorários advocatícios.

 

Ainda revelando que os trabalhos foram realizados na campanha de 2014, época que Barranco teve o registro de candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), por suposta compra de votos, o deputado e seu atual assessor parlamentar, o também advogado Elvis Klauk Junior. Época que o escritório foi contratado para fazer a defesa do parlamentar, para reverter a decisão. O parlamentar nega. 

 

A ação está sob a tutela do juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da 4ª Vara Cível de Cuiabá.

 

Cyrineu e Ademar afirmam ainda, que quando houve a contratação, Barranco havia dito que naquele momento não tinha como pagar os honorários, mas que seria generoso caso tivesse o registro deferido pela Justiça do Eleitoral.

 

Após conseguir o cargo de deputado [retirando o posto do coronel Perry Taborelly], os advogados destacam que Valdir Barranco passou a se “esquivar” do pagamento afirmando que não havia “pacto escrito que o obrigasse a adimplir a obrigação”.

 

Já a versão do deputado é diferente.De acordo com Barranco, logo após ter o registro de candidatura indeferido pelo TRE, procurou o ex-presidente da Assembleia Legislativa, José Geraldo Riva e sua filha, a deputada Janaina Riva (PMDB), para pedir ajuda, já que os políticos faziam parte da base aliada de seu grupo.

 

Segundo o petista, depois do pedido, Riva e Janaina teriam cedido o “corpo jurídico composto por Rodrigo Terra Cyrineu e Ademar José da Silva”. Entretanto sua defesa foi feita por um  escritório  em Brasília, por meio dos advogados Thiago de Carvalho Migliato e Márcio Silva. 

 

Assim, o deputado petista já teria, inclusive, entrado com ação, solicitando indenização dos advogados por danos morais e que o processo fique em segredo de Justiça.

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