Cuiabá, 13 de Julho de 2024

POLÍTICA Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2018, 15:59 - A | A

24 de Dezembro de 2018, 15h:59 - A | A

POLÍTICA / TERCEIRO SOLTO

Empresário preso por fraudes na saúde tem prisão revogada

Da Redação



(Foto: Reprodução)

tjmt

 

A prisão decretada ontra Adriano Luis Alves Souza, detido durante a Operação Sangria, por fraudes na Saúde, foi revogada pelo desembargador Marcio Vidal, plantonista no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), neste domingo (23). Ele usará tornozeleira eletrônica. É o terceiro solto entre 8 presos.

 

Segundo investigação, Adriano é um dos principais administradores da Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna (Proclin).

 

Testemunha informou que o empresário teria dado a orientação para deletar de seu computador qualquer documento que fizesse referência ou que constasse o nome do acionista Huark Douglas Correia, ex-secretário de Saúde também investigado no caso.   

 

Em sua defesa, Adriano afirmou que a prisão foi decretada exclusivamente no depoimento da testemunha. Ele apontou ainda predicados pessoais favoráveis e bons antecedentes. Segundo informado, não existe indício de que solto venha a interferir nas investigações.   

 

Na decisão, Marcio Vidal deixou claro que Adriano entregou seus aparelhos eletrônicos e senhas à autoridade policia, demonstrando postura colaborativa.   

“Não se observa, na espécie, indícios concretos de que a liberdade do paciente coloque em risco a ordem pública e a instrução criminal. Além disso, ele tem residência fixa nesta cidade. Nada, portanto, leva a crer que se evadiria do distrito da culpa”, afirmou o desembargador.   

 

Foram determinadas medidas cautelares. Adriano está proibido de manter contato, por qualquer meio, com os outros suspeitos e com as testemunhas do processo. Também está proibido de comparecer às sedes das empresas envolvidas e das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde. O investigado será monitorado por tornozeleira eletrônica.   

 

A operação     

 

A investigação da operação Sangria apura fraudes em licitação, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, crimes cometidos através de contratos celebrados com as empresas usadas pela organização, em especial, a Sociedade Mato-Grossense de Assistência Médica em Medicina Interna (Proclin), Serviços de Saúde e Atendimento Domiciliar (Qualycare) e Prox Participações.         

 

Foram alvos de mandados de prisão na terça-feira (18) o ex-secretário de Saúde, Huark Douglas Correia, Fábio Liberali Weissheimer, Adriano Luiz Sousa, Kedna Iracema Fonteneli Servo, Luciano Correa Ribeiro, Flávio Alexandre Taques da Silva, Fábio Alex Taques Figueiredo e Celita Natalina Liberali.    

Além de Adriano, Fábio Alex Taques e Luciano Correa também deixaram a prisão.(Com GD)

 

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