Cuiabá, 21 de Julho de 2024

POLÍTICA Sexta-feira, 02 de Novembro de 2018, 15:53 - A | A

02 de Novembro de 2018, 15h:53 - A | A

POLÍTICA / ASSUNTO POLÊMICO

Mendes apoia fusão de ministérios proposta por Bolsonaro

Da Redação



(Foto: Reprodução/Web)

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A questão da fusão dos ministérios sugerida pelo presidente da República eleito, Jair Bolsonaro (PSL), tem gerado grande polêmico principalmente entre políticos de Mato Grosso.

 

Após o atual ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP) criticar ação de Bolsonaro, o governador eleito, Maro Mendes (DEM) declarou que o social liberal acerta ao enxugar a estrutura governamental.

 

Nesta quarta-feira (31), Maggi emitiu uma nota lamentando a ideia de Bolsonaro de fundir o Ministério da Agricultura com o do Meio Ambiente. Ele alegou que a ação trará prejuízos ao agronegócio brasileiro que é muito cobrado pelos países da Europa pela preservação do Meio Ambiente.

 

Pelo fato de Mato Grosso ser o maior produtor agrícola do País e ter, ao mesmo tempo, três dos maiores e mais importantes biomas que é a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal, a fusão traz impactos.

 

Assim como Maggi, o ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte também não se agradou com a ideia da fusão.

 

“O novo Ministério que surgiria com a fusão do MMA e do MAPA teria dificuldades operacionais que poderiam resultar em danos para as duas agendas”, diz trecho da nota emitida por Duarte na última quarta. Ele ainda salientou os possíveis prejuízos econômicos – já apontados por especialistas – por parte do agronegócio.

 

Após a declaração dos ministros, a equipe de Bolsonaro demonstrou nos últimos dias sinais de recuo. "Ainda é cedo para dizer se essa fusão específica vai ser a decisão mais acertada. Mas o presidente eleito Jair Bolsonaro está correto em querer enxugar o Estado brasileiro”.

 

Em contrapartida, o novo governador afirmou que pretende fazer o mesmo movimento em Mato Grosso, sendo esta uma de suas promessas de campanha.

 

A equipe de transição de Mendes já está trabalhando as eventuais fusões e enxugamentos a serem feitos. Porém, ainda não há detalhes de quais Pastas sofrerão os ajustes, mas especula-se que os gabinetes criados na gestão Pedro Taques (PSDB) podem ser os primeiros atingidos.

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