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POLÍTICA Quinta-feira, 27 de Abril de 2017, 15:00 - A | A

27 de Abril de 2017, 15h:00 - A | A

POLÍTICA / SOBRE GREVE NA SEXTA

Presidente do TJ-MT afirma que não vai obrigar servidores a comparecer aos fóruns

Por Suelen Alencar/ Única News



(Foto:Ulisses Lalio)

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O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ- MT), Rui Ramos Ribeiro disse que não vai "obrigar funcionários a comparecerem ao forum". Segundo publicado pelo site do Poder Judiciário de Mato Grosso, o expediente será normal nesta sexta-feira (28l), no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e também nas 79 comarcas do Estado.

 

No entanto o prórpio presidente disse que não poderá garantir  o atendimento ao público externo,  por conta da possível indisponibilidade de transporte público. O presidente ainda esclareceu que não tem como obrigar a funcionários a comparecer no fórum. 

 

“Não haverá portaria suspendendo o expediente e o atendimento ao público. Contudo, sabemos que o movimento vem ganhando força em todo o país, principalmente entre o segundo e o terceiro setores da economia. Por conta disso, ficamos impossibilitados de obrigar os servidores a comparecer aos fóruns, tendo em vista que já há indicativo de greve de ônibus, meio de transporte usado por grande parte do nosso público interno”, explica o presidente do TJMT, Rui Ramos Ribeiro.

 

O magistrado ressalta ainda que já recebeu informações de adesão à greve dos sindicatos dos Oficiais de Justiça de Mato Grosso (Sindojus), do Sindicato dos Analistas Judiciários do Estado de Mato Grosso (Sinaj), do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso (Sinjusmat) e ainda da Associação dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Aspojud).

 

De acordo com determinação da administração do Tribunal de Justiça os veículos do Judiciário serão utilizados, caso seja necessário, para garantir o deslocamento dos servidores, tanto no início quando ao final do expediente forense.

 

O presidente ressalta ainda que caso a situação se agrave no Judiciário mato-grossense, a saída será proprrogar os prazos judiciais iniciados ou terminados nesta sexta-feira.

 

“A paralisação é importante, pois não é uma manifestação contra essa gestão, e sim contra as reformas trabalhista e previdenciária que estão sendo impostas”, explica Jane Selma, representante da Aspojud.

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