Cuiabá, 26 de Maio de 2024

POLÍTICA Segunda-feira, 02 de Outubro de 2017, 09:19 - A | A

02 de Outubro de 2017, 09h:19 - A | A

POLÍTICA / MUDANÇAS À VISTA

Taques faz nova reengenharia no seu staff e Max Russi assume Casa Civil

Da Redação



(Foto: Reprodução)

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Deve assumir a Casa Civil nesta segunda-feira(2), o secretário de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas), Max Russi, em substituição ao secretário José Adolpho, que deixará o Governo. A mudança deverá ser oficializada ainda hoje, por meio de publicação no Diário Oficial do Estado. 

 

A decisão pela substituição, ocorreu em reunião realizada neste último no domingo (1º). E Russi não deverá acumular as duas pastas, assim o nome para comandar a Setas deve sair ainda esta semana, junto com outras mudanças que serão realizadas pelo chefe do Executivo estadual, o tucano Pedro Taques.

 

A reengenharia do governo se deve muito possivelmente à crise que se instalou no Estado, após as operações deflagradas pela Justiça e que resultaram na saída de vários secretários no staff de Taques. O último inclusive a ser exonerado do cargo foi o ex-secretário de Estado de Segurança Pública, Rogers Jarbas, preso nesta última semana na Esdras, desencadeada pela Polícia Civil a pedido do desembargador Orlando Perri, que investiga a instalação em Mato Grosso de uma baem montada rede clandestina de escutas ilegais.

 

Jarbas já estava afastado por determinação da Justiça e usava tornozeleiras como uma das muitas medidas cautelares que lhe foram impostas, até como forma, na época, de evitar sua prisão. Outro a deixar o governo foi o coronel Airton Siqueira, da Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

 

Conhecida como Grampolândia Pantaneira e cristalizada após ser veiculada em nível nacional pela rede Globo, a substituição na Casa Civil, ainda que esteja sendo refutada pela assessoria do Palácio Paiaguás, também estaria relacionada à investigação, já que o secretário-chefe da pasta, José Adolpho, também é alvo do inquérito nos monitoramentos clandestinos que supostamente grampeou mais de 120 pessoas entre advogados, médicos, desembargadores, deputados e jornalistas.

 

A justificativa governamental para a troca seria dar um olhar mais político à gestão tucana, dando maior interlocução com os poderes e, em particular, com a Assembleia Legislativa, com prefeitos, vereadores e com a classe política.

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