Cuiabá, 19 de Maio de 2024

POLÍTICA Quarta-feira, 31 de Maio de 2017, 11:21 - A | A

31 de Maio de 2017, 11h:21 - A | A

POLÍTICA / OUTRA ALTERNATIVA

Wilson quer projeto destinado à saúde apreciado no Legislativo

Lara Belizário/Única News



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(Fonte: Gcom/MT)

Em entrevista dada à uma rádio na Capital, nesta quarta-feira (31), o Secretário de Estado de Cidades, Wilson Santos (PSDB), promteu  sugerir ao governador, Pedro Taques(PSB) e ao presidente do Legislativo estadual, o deputado socialista Eduardo Botelho, para colocar seu projeto de lei em em apreciação no Parlamento, sobre a distribuição do Fethab.

 

O projeto sugere que 20% dos recursos sejam destinados a saúde, 10% a moradia e 70% a transporte.

 

O secretário também acredita que o aumento da cobrança do Fethab Commodities sobre o agronegócio, mais o seu projeto de distribuição poderão solucionar os problemas com a saúde. 

 

Para Wilson, “o orçamento do Fethab está previsto para R$1,3 bi. Porque não passar isso para R$1,8 bi ou R$2,6 bi. Esse dinheiro viria todo do agronegócio”.

 

O parlamentar defendeu sua ideia, argumentando que o agronegócio não paga impostos e é beneficiado pela Lei Kandir desde setembro de 1995. 

 

Esse acréscimo, poderia bancar, através do Fethab, ajuda e solução para atual crise na saúde.

 

 “Se há um setor da economia estadual que pode ajudar o estado é o agronegócio”, afirma Santos.

 

Sobre a resistência dos empresários do agronegócio que levou até o vice-goverbnador Carlos Fávaro (PSD) a revelar que o setor não aceitaria, recuando nesta última terça-feira (30), de sua posuição, Wilson acha que é natural.

 

Revelando ainda que antes de sancionar a Lei Kandir - a isenção total de toda tributação de seus produtos primários quando exportados - também houve resistência e, mesmo assim, o agronegócio conquistou a vitória.

 

Para ele, “o Erai Maggi pode espernear, mas está milionário. O Blairro Maggi(PP) pode espernear, mas esta trilhionário. Todos estão muito ricos e estado que propiciou todo esse crescimento. Será que agora, nesse momento, não é possível ajudar os municípios carentes?”. (Fonte da Rádio Capital 101.9)

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