Cuiabá, 13 de Julho de 2024

RADAR NEWS Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2019, 11:20 - A | A

17 de Janeiro de 2019, 11h:20 - A | A

RADAR NEWS / TAQUES VIRA ALVO

Guedes pode capitanear ações contra ex-gestores por rombos nos estados

Da Redação



Foto: (Ednilson Aguiar)

MENDES

 

Matérias nacionais que circularam nesta última quarta-feira (16), revelam a disposição do novo ministro de Economia, Paulo Guedes, de capitanear processos de responsabilização aos ex-governadores e Tribunais de Contas Estaduais (TCEs) pela quebradeira generalizada nos estados.

Em reunião com vários governadores e, sobretudo, por conta da 'choradeira geral' dos novos gestores estaduais, Guedes teria dito que a intenção é fechar um acordo com estes novos governadores para que uma investigação seja iniciada.

Dentre as reuniões mantidas com os novos chefes estaduais esteve o governador Mauro Mendes (DEM), que nesta última quarta-feira (16), se reuniu no Palácio do Planalto, com vários ministro do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), em particular, com Paulo Guedes.

Em busca dos recursos do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações [FEX], Mendes assegurou que a verba representaria um alívio imediato aos cofres do Estado.

Também ontem, o democrata se tornou o centro das notícias nacionais. Principalmente por sua decisão de nesta quinta-feira (17), decretar calamidade financeira no Estado.

Se o governo federal levar adiante a caça aos ex-governadores, pelos rombos deixandos nas contas, dentre eles estará certamente o ex-governador Pedro Taques (PSDB). Que a exemplo de outros gestores deverá ser responsabilizado pela situação financeira de Mato Grosso.

A informação veiculada no jonal da Globo, na noite desta quarta-feira (16), revela que diante do tamanho da dívida dos estados com a União, no montante de R$ 557 bilhões, causando desequilíbrio fiscal, a equipe econômica do Governo Federal considera difícil não responsabilizar alguns governadores anteriores, entre eles Pedro Taques.

Ainda há no Governo Federal, críticas quanto a falta de fiscalização dos Tribunais de Contas dos Estados. 

Em Brasília, Mendes em reunião com o ministro Paulo Guedes apresentou a situação financeira de Mato Grosso, na tentativa de conseguir a ajuda da União e evitar o decreto de estado de calamidade financeira.

Conforme a equipe econômica de Mendes, o Estado se encontra com um déficit de R$ 2,1 bilhões resultando no escalonamento salarial dos servidores do Executivo e parcelamento do 13º. E a falta de repasse do Auxílio Financeiro para Fomento das Exportações (FEX) no valor de R$ 450 milhões em 2018, dificultou ainda mais essa situação.

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