Cuiabá, 30 de Maio de 2024

POLÍTICA Quinta-feira, 28 de Setembro de 2017, 16:45 - A | A

28 de Setembro de 2017, 16h:45 - A | A

POLÍTICA / IMBRÓGLIO

Comerciantes não se entendem e prefeitura com o MPE voltam a se reunir na Praça da Mandioca

Da Redação



(Foto: Reprodução)

Praça da Mandioca.jpg

 

Após cinco rodadas de discussão, o secretário de Ordem Pública, Leovaldo Salles, voltou a mediar uma nova conversa entre os comerciantes e moradores tradicionais da Praça da Mandioca e o Ministério Público Estadual (MPE). A ideia agora é buscar um entendimento final para o cumprimento das medidas estabelecidas no Termo de Ajustamento Conduta (TAC) assinado em fevereiro deste ano.

 

Patricia de Oliveira, vice-presidente da Associação de Comerciantes da Praça da Mandioca, revela a necessidade destas reuniões que vêm sendo realizadas no espaço, lembrando que até agora os 'comerciantes não conseguem se entender e, por isso, não adianta firmar um TAC se ninguém cumpre e quando chega para conversar com o MP não tem acordo entre os moradores e comerciantes'. 

 

Assim, para Patrícia, a sugestão é provocar o Ministério Público novamente, pedindo a anulação desse primeiro TAC e discutir a possibilidade de firmar um novo, reavendo algumas condições que favoreçam o todo e não apenas o interesse de alguns.

 

A medida foi tomada durante uma reunião entre o secretário de Ordem Pública, Leovaldo Salles e os comerciantes da Associação da Praça Mandioca realizada na segunda-feira (25).

 

Segundo o secretário, a reunião realizada esta semana, mostrou a necessidade de que os comerciantes apresentem ao MPE uma alternativa para o cumprimento do TAC e discutam uma nova proposta que viabilize as normas de funcionamento da praça, área de boemia da Capital.

 

“Nossa gestão já se reuniu pelo menos cinco vezes com a comunidade e com a classe empresarial da Praça da Mandioca e o termo de responsabilidade foi gerado em uma reunião com o MPE, com a coleta assinaturas tanto de moradores quanto de empresários locais”, explicou o secretário.

 

Ele esclareceu que em agosto a Secretaria foi notificada para adotar a providência diante do TAC.  O secretário defende o diálogo para um alinhamento do uso da praça. Uma comissão de moradores e comerciantes vai se reunir com o Ministério Público. A data ainda não está definida. 

 

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