Cuiabá, 25 de Maio de 2024

POLÍTICA Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017, 10:13 - A | A

18 de Dezembro de 2017, 10h:13 - A | A

POLÍTICA / R$ 30 MILHÕES

Reunião entre Taques e Pinheiro ocorre hoje, mas convênio para PS foi confirmado

Da Redação



(Foto: Arquivo-Gcom-MT)

Taques e Emanuel.jpeg

 

Em reunião adiada de quinta-feira (14), para esta segunda-feira (18), entre os chefes dos Executivos estadual e da Capital, o tucano Pedro Taques e Emanuel Pinheiro (PMDB), no Palácio Alencastro, continuam na pauta o projeto de licitação para compra dos equipamentos do novo Pronto Socorro da Capital.

 

O encontro foi adiado após confirmação que Taques teria sido diagnosticado com pneumonia. Aliás, desde que assumiu o Paiaguás, esta seria a quarta pneumonia do gestor, assim, com um quadro, claro, que inspirou cuidados.

 

Mas mesmo assim, na última sexta-feira, o governador adiantou - que mantém de pé -, a promessa feira a Pinheiro, de firmar convênio com a Prefeitura de Cuiabá para viabilizar recursos na ordem de R$ 30 milhões, destinados à compra de equipamentos para o novo Pronto-Socorro.

 

A verba para equipar o no PS viria, inicialmente das emenda parlamentares da bancada federal de Mato Grosso, em Brasília. Mas após dois dias de váriasnegociações, realizadas no escritório do senador Cidinho Santos, que assumiu vaga na Senatória com a ida de Maggi para ministério, dos R$126 milhões, desde R$ 100 milhões foram destinados ao Estado, para regularizar os repasses com a Saúde pública estadual. Em contrapartida, Taques selou o compromisso de repassar R$ 30 milhões para o PS.

 

Na última quinta, Pinheiro disse à imprensa que o novo Pronto Socorro já estaria com  80% da obra física executada, operando na área externa da estrutura no que diz respeito à drenagem, parte elétrica e hidráulica, além de todo o cabeamento necessário para fazer com que todos os equipamentos funcionem", afirmou.

 

Assim, na reunião que deve ocorrer nesta segunda, o prefeito da Capital precisa saber quando os recursos estarão disponíveis.

 

Ainda de acordo com Emanuel, o projeto e especificações de mobiliário, valores e modelos de licitação e gestão já foram apresentados ao Ministério Público do Estado (MPE), que não se opôs às propostas municipais.

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