Cuiabá, 20 de Junho de 2024

BRASIL Segunda-feira, 10 de Junho de 2024, 17:49 - A | A

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BRASIL / TENTATIVA DE ESTUPRO

Garoto de 13 anos denuncia ativista por oferecer sexo oral em banheiro

Caso ocorreu em banheiro de um shopping no bairro do Gonzaga, em Santos, litoral paulista; ativista acusado diz que foi uma “piada idiota”.

Metrópoles



Um homem de 24 anos, ativista conselheiro da causa LGBTQIA+, é acusado de assediar sexualmente um adolescente de 13 anos no banheiro de um shopping no bairro do Gonzaga, em Santos, no litoral de São Paulo, na noite da última quinta-feira (6/6).

Segundo a mãe do garoto, Talita Santos, o filho falou “eita” na cabine do banheiro ao fechar a porta com força, o que causou um barulho muito alto. Nesse momento, o suspeito apareceu e chamou o menor para conversar.

“Ele o imitou, então meu filho falou ‘oxe’? Como se tivesse perguntado quem é. Foi aí que o homem perguntou se podia fazer um boquete nele”, disse a mãe.

Talita afirmou que ficou sabendo do assédio depois que o filho saiu do banheiro e contou o que havia ocorrido. Ela chamou os seguranças do shopping e esperou o homem sair.

A mãe do jovem disse que o suspeito demorou para deixar o banheiro, mas ao deixar o local disse: “Não, não falei nada, não. Quantos anos teu filho tem?”. A mãe contou que, enquanto a polícia era acionada, o homem tentava negar as acusações usando o que ela chamou de “poder de persuasão”.

Com a chegada dos policiais, os envolvidos foram encaminhados para o 7º Distrito Policial (DP), onde o menino foi ouvido e a mãe registrou um boletim de ocorrência. O homem que o assediou foi liberado.

Revoltada com a situação, Talita gravou o rosto do homem e conversou com funcionários de lojas no shopping, que disseram que ele já é conhecido por assediar pessoas dentro do banheiro.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso foi registrado como tentativa de estupro de vulnerável na DDM de Santos: “Detalhes serão preservados por envolver menor de idade e por se tratar de crime sexual”, completa a nota.

Ao portal G1, o suspeito negou ter tido intenção de causar constrangimentos a alguém e classificou o que disse como uma piada idiota. Ele integrava o Conselho Municipal de Políticas LGBT+ de Santos (ConLGBT). 

 

Leia a matéria completa no Metrópoles 

 

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