Cuiabá, 19 de Maio de 2024

POLÍCIA Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017, 13:28 - A | A

24 de Novembro de 2017, 13h:28 - A | A

POLÍCIA / PRESO NO BANCO DO BRASIL

Sindicalista nega agressões e se diz vítima de abuso de PMs

Daffiny Delgado



wagner banco

 

O advogado e vice-presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros seccional MT, Antônio Wagner Nicacio de Oliveira, 36 anos, foi preso no início da tarde da quinta-feira (23), após supostamente ter agredido verbalmente uma funcionária da agência do Branco do Brasil, no Centro Político, em Cuiabá.

 

Conforme boletim de ocorrência, Wagner chegou a ameaçar a segurança do banco, os policiais que realizaram a prisão.

 

O Site Única News entrou em contato com o sindicalista que afirmou que não agrediu nem fisicamente, nem verbalmente nenhum funcionário do banco, e que sua condução para a Central de Flagrantes, teria sido por desacato a nove policiais que se fizeram presentes.

 

"Tudo o que estão publicando nos sites do Estado não foi o que de fato aconteceu. Eu não agredi funcionária de banco nenhum, muito pelo contrário, ela me agrediu verbalmente. Eu fui conduzido para a delegacia por desacato a nove policiais, na frente de todos que estavam no banco. Eu não xinguei nem agredi policial nenhum, eu fui humilhado e preso injustamente", afirmou Wagner.

 

Segundo Antônio, ele foi até o banco pagar uma conta e teria ficado preso por diversas vezes na porta giratória por atitude, que classificou como proposital por parte da funcionária do banco. “Eu procurei outra funcionária do banco e disse que ia fazer uma reclamação formal contra a vigilante, porque eu me senti abusado quando ela apertou o botão propositalmente para travar a porta giratória para não me deixar entrar”, relata.

 

O sindicalista disse ainda que no momento em que a polícia chegou, ele tentou explicar o que tinha acontecido, ele se identificou e falou dos cargos que ocupa na frente do Fórum Sindical, mas os militares não quiseram nem ouvir a sua versão dos fatos.

 

Foi noticiado que Wagner chegou a ameaçar os policiais dizendo que era advogado e que usaria de meios políticos para prejudicar a equipe policial. Ele negou as informações.

 

Ainda conforme o sindicalista, na delegacia, ele ficou algemado por mais de uma hora em uma sala com nove policiais. "Eu fui mantido por mais de uma hora em uma sala com nove policiais armados. Eu queria saber que risco eu oferecia para ser mantido daquela forma".

 

Antônio Wagner ressaltou que foi mais uma vítima do abuso de autoridade, de uma polícia despreparada como a do Estado. "O que eu sofri foi um abuso de autoridade e irei acionar todos os envolvidos judicialmente, pois tenho testemunhas de que fui na verdade uma vítima. Infelizmente é a conduto dos policiais como esses que mancham a imagem da corporação", ressaltou.

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