Cuiabá, 25 de Junho de 2024

POLÍTICA Quinta-feira, 07 de Março de 2024, 18:12 - A | A

07 de Março de 2024, 18h:12 - A | A

POLÍTICA / ALVO DE OPERAÇÃO

Botelho isenta Assembleia sobre servidora presa por tráfico: “Não tem como adivinhar”

Maria Eduarda Aquino foi presa durante a operação “Doce Amargo” por envolvimento com o tráfico de drogas sintéticas em Cuiabá.

Ari Miranda
Única News



Após a polêmica envolvendo a prisão da ex-servidora Maria Eduarda Aquino da Costa Marques, que ocupava o cargo de assessora parlamentar na Assembleia Legislativa (ALMT), o presidente do parlamento estadual, deputado Eduardo Botelho (UB), isentou a Casa pelo envolvimento da colaboradora com o mundo do crime e sua prisão durante a Operação “Doce Amargo”, deflagrada pela Polícia Civil na última terça-feira (5).

Questionado sobre a prisão e participação da servidora em um esquema de tráfico de drogas sintéticas em Cuiabá, Botelho afirmou que a Assembleia cumpriu todos os procedimentos legais para efetivar contratação de Maria Eduarda, como certidões negativas.

“A triagem que nós fazemos aqui é a triagem legal, que é fazer a consulta da ficha policial da pessoa. Quando ele [o servidor] é contratado, ele não tem nada que impede. Agora, isso é, o que nós fazemos é o que a iniciativa privada faz e que todos os lugares fazem. Nós não podemos criar algo a mais do que isso”, destacou Botelho.

“Então, não tem jeito [de fazermos uma checagem profunda]. Agora, quando acontece, nós temos que tomar a providência, né! Não tem como adivinhar”, pontuou.

Maria Eduarda foi nomeada para o cargo de assessora técnica legislativa no dia 23 de junho do ano passado, com salário mensal bruto de R$ 3.430,64.

A demissão da servidora foi comunicada oficialmente na manhã de quarta-feira (6), pouco depois que veio à tona a prisão dela por tráfico.

A servidora foi um dos alvos da operação Doce Amargo, deflagrada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Polícia Civil de MT, que investigou uma quadrilha responsável pela venda de drogas sintéticas, como MDMA, LSD, ecstasy e skank, também conhecida como “supermaconha” a jovens de classe média alta da capital, em bairros nobres e baladas da cidade.

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