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POLÍTICA MT
Quinta-feira, 26 de Setembro de 2019, 16h:43

COM MEDIDAS CAUTELARES

Arcanjo deixa prisão, com tornozeleira eletrônica, após 120 dias na PCE

Claryssa Amorim
Única News

Olhar Direto

O bicheiro João Arcanjo Ribeiro deixou a prisão, ainda com o uso de tornozeleira eletrônica, na noite dessa quarta-feira (25), em Cuiabá. Arcanjo estava preso há 120 dias na Penitenciária Central do Estado (PCE), na operação Mantus, por suspeita de organização criminosa para o jogo do bicho.

A decisão é da 2ª Câmara Criminal Tribunal de Justiça de Mato Grosso, dessa quarta-feira. Em seu voto, o desembargador Rui Ramos, destacou que não haviam indícios para manter Arcanjo na prisão. O voto foi seguido pelos outros dois desembargadores Pedro Sakamoto e Marcos Machado.

Segundo a defesa de Arcanjo, ele foi liberado por volta das 23h30 e recebeu várias restrições, como por exemplo, não se ausentar da Comarca de Cuiabá e se recolher às 19h todos os dias.

O pedido de Habeas Corpus foi impetrado pelos advogados Fábio Lessa e João Victor Gomes de Siqueira.

Ele e mais 32 pessoas foram presas no dia 29 de maio deste ano, mas ele era o único que ainda estava na prisão.

Operação Mantus

A operação cumpriu a 63 mandados judiciais, sendo 33 de prisão preventiva e 30 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo juiz da 7ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá, Jorge Luiz Tadeu, no dia 29 de maio deste ano.
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e em mais 5 cidades do interior do Estado.

As investigações iniciaram em agosto de 2017 contra duas organizações criminosas do jogo do bicho em Mato Grosso. Foram movimentados, segundo as investigações, mais de R$ 20 milhões em um ano.


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