Da Redação
(Foto: Reprodução)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (13), mais uma fase da operação Ararath, em Cuiabá. As primeiras informações dão conta de que o ex-presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), José Riva, é alvo da ação e sua casa estaria sendo vasculhada para cumprir mandados de busca e apreensão.
Ararath é o nome de um monte na Turquia onde, segundo a Bílbia, foi encontrada após o dilúvio a Arca de Noé. A operação investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro e crimes financeiros em Mato Grosso. Factorings (que compram títulos, aquisição de ativos, como duplicatas, cheques, decorrentes de vendas mercantis ou de prestação de serviços) de fachada atuavam como “bancos clandestinos", fazendo empréstimos fraudulentos.
O Radar do colunista da revista Veja, Gabriel Mascarenhas, diz que Riva ao assinar o acordo com a Procuradoria Geral da República (PGR), entregou até recibos de pagamento de suborno a deputados estaduais.
No último mês, a Veja assegurou que delação de Riva mostraria mais de 100 milhões em suborno.
PROCESSOS NA JUSTIÇA
Riva responde a 107 ações na Justiça pelos crimes de peculato, improbidade administrativa e corrupção. Ele foi preso pela primeira vez em 2014 durante a Operação Ararath, em Cuiabá.
Na Ararath, o ex-parlamentar é acusado de ter sido beneficiado por um banco clandestino operado pelo empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior.
Na manhã de hoje, Riva ao ser questionado pela imprensa, disse que estaria indo para a Assembleia Legislativa para prestar depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre as Cartas de Crédito, que foi criada para investigar possíveis irregularidades na negociação de cartas de créditos, que supostamente envolveria outros membros do Ministério Público Estadual (MPE).
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