Cuiabá, 10 de Abril de 2020

VOLTA AO MUNDO
Quarta-feira, 25 de Março de 2020, 08h:22

ATUALIZAÇÃO

Brasil tem 47 mortes e mais de 2,2 mil casos de coronavírus

(Foto: Dado Ruvic/Reuters/Arquivo)

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até 22h30 de terça-feira (24), 2.271 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil com 47 mortos. O Rio de Janeiro registra seis mortos e São Paulo, 40. O Amazonas registrou a primeira morte causada pela Covid-19.

O Ministério da Saúde atualizou seus números na tarde de terça, informando que o Brasil registra 2.201 casos confirmados do novo coronavírus e que já foram registradas 46 mortes -- a do Amazonas, divulgada no final da noite, ainda não foi computada.

Na manhã desta quarta-feira (25), a prefeitura de Porto Alegre confirmou a primeira morte pela Covid-19 no Rio Grande do Sul. Paciente era uma mulher de 91 anos que estava na UTI. Caso ainda não foi inserido no balanço da secretaria de Saúde do estado.

Bolsonaro contraria especialistas e pede fim do "confinamento em massa"


Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa em pronunciamento na noite desta terça-feira (24), em rede nacional de televisão.

Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem, segundo ele, uma sensação de "pavor". E disse que, se contrair o vírus, não pegará mais do que uma "gripezinha".

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), divulgou uma nota na qual classificou a fala de Bolsonaro como "grave" e disse que o país precisa de uma "liderança séria".

Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o pronunciamento "foi equivocado ao atacar a imprensa, os governadores e especialistas em saúde pública".

Consultado, o Ministério da Saúde informou que não vai se posicionar sobre o pronunciamento do presidente.

Coronavírus pelo mundo

Os Estados Unidos anunciaram na madrugada desta quarta-feira (25) um acordo federal de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus Sars-Cov-2 sobre a economia do país. O pacote de estímulo deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde.

No Reino Unido, autoridades palacianas divulgam que o teste do príncipe Charles para o Covid-19 deu positivo. Ele tem sintomas leves, segundo comunicado.


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