Cuiabá, 23 de Julho de 2024

CIDADES Sexta-feira, 02 de Fevereiro de 2024, 06:50 - A | A

02 de Fevereiro de 2024, 06h:50 - A | A

CIDADES / VEJA VÍDEO

“Carnaval é tudo que a Covid precisa”, alerta médico sobre risco de nova onda em MT

Profissional de Saúde faz alerta sobre aproximação das festividades e diz temer o surgimento de uma nova onda do vírus no país.

Ari Miranda
Única News



(Foto: Reprodução)

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O médico cardiologista Marcelo Sandrin.

O médico cardiologista e diretor-geral do Hospital Santa Helena, em Cuiabá, doutor Marcelo Sandrin, divulgou um vídeo nas redes sociais nesta quinta-feira (1º), fazendo uma alerta à população mato-grossense sobre o aumento considerável de casos positivos da covid-19.

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No vídeo, o profissional de saúde fala sobre a escalada da Covid no estado e se mostra bastante preocupado com a aproximação do período de Carnaval e uma 'explosao' no número de novos positivos para a doença.

“A coisa é muito séria! Parece que estamos nos esquecendo das lições que foram duramente aprendidas [durante a pandemia]. Parece que nós estamos sem foco. Estamos vendo passando pela nossa cara o aumento da covid-19. Daqui a pouco teremos gente comemorando que é leve, né?! Não passa de uma ‘gripinha’. A gente está sem defesa quase nenhuma dele [vírus]”, alertou o médico.

Somente no primeiro mês deste ano, Mato Grosso registrou 5.377 casos confirmados da doença e 12 mortes, registradas em pacientes com idades entre 40 e 96 anos de idade. Além disso, o estado registrou casos de uma nova subvariante do vírus: a JN 2.5.

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Apesar da população estar quase sem defesas para a nova cepa, devido ao histórico de vacinação, o médico informa que, aparentemente, a subvariante parece ser mais leve, todavia, reiterou à população a importância de se cuidar e manter-se vigilante quanto ao novo vírus.

Marcelo Sandrin alerta ainda que a atual situação lembra a virada de 2021 para 2022, quando houve o ‘relaxamento’ das restrições da pandemia, causando uma nova onda de Covid no país.

“Lembrem-se: tivemos o Natal com aglomerações, começo de férias e conglomerações. Agora, vamos ter o Carnaval, e é tudo que o vírus precisa. Até o momento eu não vi ninguém ir contra ou comentar sobre esses fatos”, pontuou.

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