Cuiabá, 30 de Maio de 2024

POLÍCIA Segunda-feira, 04 de Dezembro de 2017, 10:35 - A | A

04 de Dezembro de 2017, 10h:35 - A | A

POLÍCIA / PRESÍDIOS DE MT

Bloqueador de celular, com tecnologia israelense, deve reduzir crimes de dentro das cadeias

Rayane Alves



Reprodução

celular cadeia

 

Um bloqueador de celular, com tecnologia israelense, deverá ser utilizado em breve dentro das unidades prisionais, para combater o crime organizado, em Mato Grosso.

 

De acordo com o secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-MT), Fausto José Freitas da Silva,  a entrega do bloqueador está apenas aguardando a homologação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas deve chegar ainda este mês.

 

“Fizemos aquisição e o contrato foi assinado, agora, a empresa deve entregar o equipamento até meados de dezembro. O valor final ficou em R$ 2,5 milhões”, falou.

 

Durante a entrevista, o secretário lembrou que o setor de inteligência fez teste com diversos aparelhos e a maioria demonstrou ineficiente, além de ter gerado transtorno ao redor da penitenciária.

 

“As empresas falavam que na medida em que começasse as reclamações o sinal melhoraria. No entanto, este produto que contratamos é um aparelho de ponta e eficaz no combate a utilização de aparelhos, pois é móvel e também pode ser usado em várias unidades”, frisou.

 

O bloqueador identifica e bloqueia o aparelho dentro da cadeia. No começo, a utilização da tecnologia deve ser pelas maiores unidades, justamente para impedir a entrada de outros materiais ilícitos.

 

Atualmente para coibir a entrada desses materiais é realizado apenas a revista com detector de metal e aparelho de Raio-X.  "Já apreendemos quase três mil aparelhos celulares neste ano nas unidades em Mato Grosso. Teve aumento de apreensões porque houve a intensificação", pontuou.

 

Entrada de Celulares

Um dos métodos que a entrada de celulares se dá é por meio de visitantes, drone e lançamento pelo muro da cadeia. “Depois que bloquearmos os sinais não tem porque levar o aparelho para a unidade prisional, porque não haverá mais condição de falar lá dentro”, finalizou.

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