Cuiabá, 19 de Maio de 2024

POLÍTICA Sábado, 29 de Abril de 2017, 10:15 - A | A

29 de Abril de 2017, 10h:15 - A | A

POLÍTICA / CHACINA EM COLZINA

Senado promove audiência pública para debater chacina

Rafael Machado / Única News



(Foto: Geraldo Magela/ Agência Senado)

Comissão de Direitos Humanos do Senado

 

A chacina no assentamento rural Taquaraçu do Norte, próximo ao município de Colzina, será tema de uma audiência pública no Senado Federal.

 

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa promoverão na terça-feira (2), às 8h30, uma audiência pública no Congresso Nacional, em Brasília, para discutir amplamente com a sociedade sobre crimes cometidos por conflitos de terra.

 

O evento será interativo e pessoas de todo o país poderão participar através de perguntas ou comentários por meio do Portal e- Cidadania e do Alô Senado, através do número 0800 612 211.

 

Para falar sobre o episódio foram convidados pela Comissão, a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Macedo Duprat de Britto Pereira; o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Leonardo Góes Silva; o coordenador da Comissão Pastoral da Terra de Mato Grosso, Inácio Werner, e representantes dos movimentos de trabalhadores rurais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Confederação dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

 

O vice-presidente da Comissão, senador lamentou o caso e reforçou a idéia de um grupo de Brasília acompanhar às investigações sobre o caso.

 

“Foi covardia, homens encapuzados enviados por alguém, com certeza. É lamentável o que está acontecendo no país. Quem tem arma na mão acha que é normal matar as pessoas assim, pois passa anos e anos e os mandantes dos crimes não são presos”, lamenta o senador.

 

Paim disse que virá para Mato Grosso para participar de um evento na Assembleia Legislativa e aproveitará para buscar informações sobre a chacina. (Com informações da Agência Senado)

 

Chacina

 

 

Mais de dez homens, entre 25 a 50 anos, foram torturados e mortos em um assentamento na comunidade rural Taquaruçu do Norte próximo de Colniza. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), os crimes podem estar ligados a conflitos de terras, a informações de que fazendeiros poderiam estar ligados ao massacre. 

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