Cuiabá, 18 de Junho de 2024

VOLTA AO MUNDO Domingo, 27 de Fevereiro de 2022, 08:29 - A | A

27 de Fevereiro de 2022, 08h:29 - A | A

VOLTA AO MUNDO / "ISSO É TERROR"

Ações da Rússia contra a Ucrânia têm sinais de genocídio, diz Zelensky

g1
Única News



A invasão da Rússia foi caracterizada como terrorismo pelo presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, neste domingo (27).

“Isso é terror. Eles vão bombardear ainda mais as nossas cidades ucranianas, eles vão matar as nossas crianças de forma ainda mais sutil. Esse é o mal que veio à nossa terra e precisa ser destruído”, disse ele, em uma mensagem de vídeo curta.

“As ações criminosas da Rússia contra a Ucrânia têm sinais de genocídio”, afirmou o presidente.
Ele afirmou que não há nada que os inimigos não considerem um alvo legítimo: "Eles lutam contra todos, eles lutam contra todas as coisas vivas —escolas de jardim de infância, prédios residenciais, até ambulâncias".

Ucrânia protocola ação no Tribunal de Haia

A Ucrânia protocolou um processo contra a Rússia no Tribunal Penal Internacional, em Haia, disse o presidente Volodymy Zelensky no Twitter.

"A Rússia deve responder por ter manipulado a noção de genocídio para justificar a agressão. Nós exigimos uma decisão urgente para pedir que a Rússia pare com as atividades militares agora e esperamos que o processo comece na semana que vem", disse ele.

Neste domingo (27), Zelensky já havia dito que as ações da Rússia têm marcas de genocídio.

Ucraniano rejeitou negociar em país de aliado de Putin

Zelensky já havia falado neste domingo, ao rejeitar uma proposta de negociações da Rússia que, segundo ele, não são reais.

A Ucrânia só quer negociações de verdade sobre a ofensiva militar, e sem ultimatos, disseram assessores do presidente.

O governo da Rússia havia afirmado que enviou uma delegação à cidade de Gomel, na Belarus, e que aguardava os ucranianos.

Zelensky rejeitou a oferta e disse que tropas russas que invadiram seu país partiram justamente de território belorusso.

Há possibilidade de negociações em algum outro local, no entanto.

Um assessor do presidente da Ucrânia afirma que Zelenksy só quer negociações reais e não aceita ultimatos.
 

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