Cuiabá, 13 de Julho de 2024

POLÍTICA Quinta-feira, 07 de Fevereiro de 2019, 17:45 - A | A

07 de Fevereiro de 2019, 17h:45 - A | A

POLÍTICA / NO SENADO

Wellington promete ser crítico a Mauro, mas nega ‘oposição por oposição’

Da Redação
(Com Assessoria)



O senador Wellington Fagundes (PR-MT) afirmou, na tribuna do Senado nesta quinta-feira (07), que fará uma ‘oposição crítica’ ao atual governador de Mato Grosso, Mauro Mendes – contra quem disputou e ficou em segundo lugar nas eleições de outubro passado. “Nunca fui, e nem serei um Parlamentar que faz oposição por oposição. Quero, acima de tudo, ajudar o Governo do Estado”.

Fagundes disse que será um parlamentar crítico “com aquilo que não estiver, a nosso ver, correto”. Destacou que a imprensa já o procurou questionando se tomaria as mesmas medidas do governador. “É claro que não! A minha proposta de Governo foi diferente”, disse, ao lembrar que jamais se colocou a favor de um Estado mínimo.

“Eu sou a favor de um Estado necessário. As reformas são necessárias, mas não podem, de forma alguma, tirar o direito daqueles que já construíram a sua vida e têm suas expectativas”, observou.

Escolhido para liderar o Bloco Vanguarda, formado pelo DEM, PR e PSC, Fagundes enalteceu os parlamentares que tomaram posse no dia 1º. Ele destacou a experiência do senador Jayme Campos (DEM-MT) e seu curriculum político de já ter sido prefeito, governador e senador. Também enfatizou a experiência da senadora Selma Arruda (PSL) na área jurídica. “Serão fundamentais para que possamos continuar avançando nas propostas que fundamentam nosso trabalho como Parlamentares e legisladores na defesa do nosso povo brasileiro e do nosso Estado” – disse.

“Fomos mandados para cá, sem dúvida nenhuma, pela confiança. Teremos que fazer com que essa confiança redunde em muito trabalho, em muitas realizações, principalmente no atendimento ao cidadão que está lá mais na ponta, às vezes esquecido”, acrescentou o senador.

Para Wellington, a renovação imposta ao Parlamento leva a classe política a refletir “o fenômeno da participação popular mais aguda do povo brasileiro”. Segundo ele, “está muito claro o desejo de participação”, surgido a partir da tecnologia e das novas ferramentas da comunicação.

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