Cuiabá, 18 de Junho de 2024

POLÍTICA Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017, 19:18 - A | A

18 de Outubro de 2017, 19h:18 - A | A

POLÍTICA / AFASTAMENTO

Fagundes e Cidinho votam por retorno de Aécio; apoiadores têm pendências na Justiça

Jéssica Moreira



(Foto: Reprodução)

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Em uma tentativa de “se proteger”, os senadores de Mato Grosso Wellington Fagundes (PR) e Cidinho Santos (PR), votaram pela retorno do senador Aécio Neves (PSDB-MG) às funções parlamentares nesta última terça-feira (17). 

 

Apenas José Medeiros (Podemos) votou contra o retorno de Aécio ao cargo.

 

Aécio estava com o mandato suspenso, desde o dia 26 de setembro, por decisão do da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) devido às investigações decorrentes da delação premiada dos irmãos Joesley e o Wesley Batista, donos da Friboi.

 

A votação desta terça, derrubou a decisão do SFT de manter o afastamento de Neves, com três votos acima dos 41 necessários para que ele voltasse ao exercício do mandato.

 

Os dois parlamentares de Mato Grosso que se posicionaram pela volta do senador Aécio Neves, fazem parte da longa lista de políticos brasileiros  investigados pelo Superior Tribunal Federal (STF). Cidinho é réu na ação penal 991, por crime de responsabilidade e Wellington responde ao inquérito 2340, que tramita no STF desde julho de 2006. 

 

Os senadores também foram citados pelo ex-governador peemedebista, Silval Barbosa, em sua delação premiada, homologada em 9 de agosto pelo STF. 

 

Em Mato Grosso, além de Cidinho e Wellington, o senador Blairo Maggi (PP), atualmente licenciado, também é investigado pelo STF, e o os deputados federais: Adilton Sachetti (PSB), Carlos Bezerra (PMDB),Ezequiel Fonseca (PP) Nilson Leitão (PSDB), Valtenir Pereira (PMDB) também são investigados. 

 

Até o início da tarde de ontem, Fagundes manteve suspense em relação ao seu voto. Chegou até mesmo a dizer em entrevista à Rádio Capital FM, que por ser líder do bloco moderador, formado por senadores do Partido da República (PR), Partido Republicano Brasileiro (PRB), Partido Trabalhista Cristão (PTC), Partido Social Cristão (PSC), e Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), ele só iria revelar seu posicionamento após se reunir com as lideranças dos demais partidos.

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