Cuiabá, 21 de Julho de 2024

POLÍCIA Domingo, 30 de Dezembro de 2018, 09:24 - A | A

30 de Dezembro de 2018, 09h:24 - A | A

POLÍCIA / SERÁ VELADO ÀS 10H30

Cantor atropelado em frente à Valley terá corpo cremado neste domingo

Da Redação



(Foto: Facebook)

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A mãe do cantor Ramon Alcides Viveiros, 25 anos, que morreu após ser atropelado em frente à Valley – casa noturna – na  região central de Cuiabá, informou por meio das redes sociais que o corpo do seu filho será velado a partir das 10h30 deste domingo (30). Na publicação, Regina Viveiros ainda informou que às 18h está marcada a cerimônia de cremação. Ramon é filho do procurador de Justiça, Mauro Viveiros.

 

Conforme Regina, o velório será realizado na Capela Jardins, Sala Hortênsias.

 

Na noite de sexta-feira (28), Ramon teve a morte cerebral declarada e a famiília decidiu doar os órgãos do cantor que foram retirados nesse sábado (29).

 

O cantor ficou internado cinco dias na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Amecor, em Cuiabá, desde que foi atropelado.

 

O acidente teve mais duas vítimas, além de Ramon. As estudantes de Direito Myllena Lacerda Inocêncio, de 22 anos - morreu no local - e Hya Girotto, de 21 anos que continua internada no Hospital Geral Universitário aguardando uma cirurgia cardíaca.

 

A professora da Universidade Federal de Mato Grosso, Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, que dirigia uma caminhonete e causou o acidente, responde pelo crime em liberdade. Na segunda-feira (24), ela passou por audiência de custódia e pagou fiança de R$ 9,5 mil.

 

Ao ser detida, Rafaela se recusou a realizar o teste do bafômetro e exame de sangue. Segundo a polícia, a professora estava aparentemente embriagada.

 

Durante a investigação, a polícia teve acesso a ficha de consumação de Rafaela em uma casa noturna que, conforme o estabelecimento, ela teria entrado no local depois de 1h da manhã. Na lista de produtos aparecem seis garrafas de cerveja long neck.

 

No entanto, as informações não batem com a versão contada pela motorista, que alegou ter ingerido quatro latas de cerveja às 23h do sábado (22).

 

Após três horas do atropelamento, Rafaela fez uma avaliação clínica feita, mas não foi constatado que ela estava embriagada.

 

Rafaela, que é professora substituta na Universidade Federal de Mato Grosso, foi autuada por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) qualificado pela embriaguez e lesão de trânsito qualificada por embriaguez por duas vezes.

 

Ela vai responder em liberdade, mas com medidas cautelares. Entre elas, ter a Carteira Nacional de Habilitação recolhida.

 

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