Cuiabá, 15 de Junho de 2024

POLÍTICA Quinta-feira, 09 de Maio de 2024, 07:20 - A | A

09 de Maio de 2024, 07h:20 - A | A

POLÍTICA / ICMBIO E IBAMA

Botelho diz que "não vê necessidade" de mais 30 dias para liberação de obras no “Portão do Inferno”

Ari Miranda
Única News



Questionado pela imprensa sobre o impasse na autorização das obras no “Portão do Inferno” (MT-251), entre Cuiabá e Chapada dos Guimarães, o presidente da Assembleia Legislativa de MT, deputado Eduardo Botelho (UB) acredita que, muito em breve, a Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra-MT) obterá as licenças que necessita para executar as obras de retaludamento do local.

Acontece que o Governo do Estado precisa das autorizações do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsáveis pela gestão do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, onde a rodovia está situada.

Na manhã de terça-feira, foi realizada em Brasília uma reunião para debater a questão, onde Ibama e ICMBio prometeram que irão liberar em 30 dias as licenças para que a obra seja executada, sanando de uma vez a problemática dos constantes deslizamentos de terra que ocorrem no local.

Na visão de Botelho, a reunião foi um importante passo o governo estadual dar uma resposta à população que depende da MT-251 para ir à Chapada dos Guimarães e sul do estado. Contudo, cobrou mais celeridade dos dois órgãos federais na liberação.

“Demorou, mas é um ponto positivo. Eu só acho que não vejo necessidade de mais trinta dias. Eles já estão com ele [o projeto] lá, já decidiu que vai liberar. Liberam pra fazer a obra”, disse.

“O que eles vão fazer dentro de mais de trinta dias? Vão ficar ali olhando o projeto ainda trinta dias? Essa é a minha crítica. Eu acho que esse tempo poderia ser mais curto. E as dúvidas que tivesse, as observações, que fossem fazendo durante o andamento da obra", asseverou.

Botelho lembrou ainda que a obra precisa ser executada o quanto antes,para que não se estenda até o segundo semestre, quando começa o período chuvoso no estado.

“A obra tem que começar o quanto antes, pra que quando chegar o período da chuva novamente, essa obra já esteja concluída. Então, a minha crítica é só em relação a isso”, ressaltou.

“Mas, parabenizar o IBAMA e o ICMBio, por eles terem a sensibilidade de entenderem que não tem opção melhor que essa mesmo, e eles liberarem pra fazer essa obra”, concluiu.

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