Cuiabá, 24 de Fevereiro de 2020

POLÍTICA
Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2020, 09h:48

PEDIDO DE VISTAS

Votação de aumento da alíquota previdenciária é adiada mais uma vez pela oposição

Claryssa Amorim
Única News

(Foto: Reprodução)

Mais uma vez o projeto de aumento da alíquota previdenciária foi adiado, durante sessão noturna nessa quinta-feira (9), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), após pedido de vista do deputado estadual Lúdio Cabral (PT).

No pacote da Reforma da Previdência está previsto o aumento da alíquota, que salta de 11% para 14%. Lúdio e mais três deputados de oposição fizeram o primeiro pedido de vistas do projeto na sessão de terça-feira (7). Na quarta (8), o aumento da alíquota entrou novamente em pauta e foi aprovado, em primeira votação, por 14 votos a 9.

Lúdio Cabral pediu vistas e deve devolver o projeto ainda na noite desta sexta-feira (10), quando será realizada uma sessão extraordinária convocada pelo presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho (DEM).

O parlamentar disse que vai analisar, durante o dia, os substitutivos e emendas propostos pelos deputados para conseguir definir o posicionamento do grupo que está contra a aprovação.

“Vamos analisar com detalhe os substitutivos e as emendas que foram apresentadas, para poder definir o nosso posicionamento e saber se vamos apresentar novas emendas, se vamos propor alterações ou manter a nossa posição de rejeição como ele [o projeto] está”, explicou o parlamentar.

Os deputados que pediram vistas do projeto, além de Lúdio, foram Carlos Avalone (PSDB) e Xuxu Dal Molin (PSC).

Na primeira votação, foram contra a proposta do Governo os deputados: Lúdio Cabral (PT), Elizeu Nascimento (DC), Thiago Silva (MDB), Paulo Araújo (PP), Claudinei Lopes (PSL), Valdir Barranco (PT), Max Russi (PSB), Doutor João (MDB) e João Batista (Pros). Houve uma ausência da deputada Janaina Riva (MDB).

Para Lúdio, a Reforma da Previdência encaminhada por Mendes à Assembleia, “não é projeto, é confisco do salário dos servidores da ativa, aposentados e pensionistas”.


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