Cuiabá, 22 de Maio de 2024

RADAR NEWS Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016, 13:31 - A | A

02 de Dezembro de 2016, 13h:31 - A | A

RADAR NEWS / 'Saia Justa'

Taques diz não temer declarações de Guizardi e Nadaf

Da Redação



Gcom-MT

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Na manhã desta sexta-feira,(02), em Várzea Grande, o governador Pedro Taques não teve como fugir das perguntas dos jornalistas quanto à inclusão de seu nome na delação do empresário Giovani Guizardi, sobre as fraudes que ocorriam nas licitações de obras da Secretaria de Educação,Seduc, divulgada nesta última quinta-feira (01). Taques se disse tranquilo quanto as declarações do empreiteiro, pois como figura pública, está à mercê de acusações.

 

Mas não deve estar sendo fácil para um governador, conhecido nacionalmente como um Procurador da República austero e um Senador de 'leitura fina política' e muita criticidade, observar seu nome ser veiculado em nível nacional como nesta sexta-feira, quando o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, veiculou suposto envolvimento de alguns de seus secretários de Estado em esquemas. Que ele [Lauro] denomina  como repasse em caráter de ‘mesada’ para alguns membros do staff de Taques, em 2015.

 

 A informação teria vindo de Pedro Nadaf, preso na Operação Sodoma, por desvios no Prodeic e que estaria negociando no MPE-MT, um acordo de delação premiada. O repasse seria pago pelo empresário Alan Malouf - apontado como operador financeiro de Taques durante a campanha ao governo -, em 2014. Por sua vez, o governador nega o ocorrido e afirma se tratar de ataque da oposição.  

 

À imprensa, o governador tucano ainda revelou que “todo político está absolutamente sujeito a isso. Ninguém está acima da lei. Nem eu estou acima a da lei. Aliás, disse isso na cara da presidente da República [Dilma Rousseff – PT] e isso tem que ser investigado”, afirmou.

 

E sobre o suposto envolvimento de demais políticos de seu partido, como os deputados Guilherme Maluf e Nilson Leitão, citados na declaração do empresário Giovbanni Guizardio, preso na Operação Remôra e recentemente libertado, Taques preferiu dizer que não cabe a ele julgar. Mas, observou que recebeu com tristeza as acusações de que as fraudes poderiam ter sido usadas para quitar dívidas de campanha de políticos do PSDB.

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