Cuiabá, 21 de Junho de 2024

JUDICIÁRIO Segunda-feira, 06 de Maio de 2024, 12:45 - A | A

06 de Maio de 2024, 12h:45 - A | A

JUDICIÁRIO / CRIME BRUTAL

MP denuncia mãe, filho e cunhado que executaram idosos em Peixoto de Azevedo

O Ministério Público entendeu que tanto o homicídio como a tentativa de homicídio foram cometidos por motivo fútil, além do mais, o grupo ainda utilizou de recurso que dificultou a defesa das vítimas

Christinny dos Santos
Única News



O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) ofereceu denúncia contra Inês Gemilaki (48), o filho dela, Bruno Gemilaki Dal Poz (28) e o cunhado Eder Gonçalves Rodrigues pelo homicídio dos idosos Rui Luiz Bogo (68) e Pilson Pereira da Silva (80). Eles também foram denunciados pela tentativa de homicídio contra o padre José Roberto Domingues e o garimpeiro Enerci Afonso Lavall, conhecido como "Polaco".

O duplo homicídio ocorreu durante uma confraternização de amigos no dia 21 de maio, em uma residência localizada no bairro Alvorada, em Peixoto de Azevedo (673 Km de Cuiabá). Inês, Bruno e Eder invadiram o local e efetuaram diversos disparos de arma de fogo, matando Rui e Pilson.

O padre José Roberto recebeu um disparo na mão, mas sobreviveu. O alvo do grupo era Enerci, dono da residência, mas arma de Inês falhou quando tentou disparar contra ele.

O Ministério Público entendeu que tanto o homicídio como a tentativa de homicídio foram cometidos por motivo fútil, além do mais, o grupo ainda utilizou de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

Márcio Ferreira Gonçalves, marido de Inês, que de acordo com a Polícia Civil ficou responsável por garantir a fuga dos outros três criminosos, não foi denunciado pelo MP, uma vez que, “conforme demonstrado nos autos, não estava presente no momento da execução”.

O crime

Durante a invasão, Bruno iniciou os disparos, seguido por Inês. Enquanto isso, Eder fazia a contenção de pessoas que estavam no local e garantir que ninguém tentasse entrar na casa para socorrer as vítimas.

As investigações apontam que o crime, na verdade tinha como alvo o dono da residência onde ocorria a confraternização, devido a uma dívida que Inês tinha com ele em razão de um contrato de locação da casa onde ocorreu o crime. O proprietário movia uma ação no valor de R$ 60 mil contra a criminosa por danos deixados no imóvel e aluguel.

Além disso, após ganhar a ação, Inês e o proprietário tiveram um novo desentendimento, o que, segundo a Polícia Civil, resultou na ação criminosa.

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