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POLÍTICA Domingo, 19 de Fevereiro de 2017, 10:25 - A | A

19 de Fevereiro de 2017, 10h:25 - A | A

POLÍTICA / CADEIRA NO TCE

Indicação para vaga de Bosaipo pode ser decidida no voto a voto

Ruan Cunha / Única News
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(Foto: Reprodução)

Zé Domingos

 

A vaga em vacância no Tribunal de Contas do Estado (TCE) ocupada anteriormente pelo conselheiro aposentado Humberto Bosaipo pode ser alvo de disputa na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) e pode vir a ser decidida no voto a voto em plenário.

 

A possiblidade foi levantada pelo deputado estadual Zé Domingos Fraga (PSD), o principal nome para ocupar o posto na Corte de Contas pertencente ao Legislativo estadual.

 

Segundo Fraga, com o eventual interesse do deputado Guilherme Maluf (PSDB) em se candidatar a vaga, a indicação para cadeira de Bosaipo pode acarretar em uma disputa interna entre os parlamentares.

 

“Vamos ser sabatinados e o voto é secreto e aquele que tiver mais voto vai. Seria uma disputa silenciosa”, contou.

 

Outro deputado que teve o nome ventilado nos últimos tempos para a vaga é Sebastião Rezende, do partido social-cristão, o PSC.

 

Zé Domingos projeta para o cargo no TCE há mais ou menos um ano e ainda diz ter um acordo entre os deputados para sua indicação.

 

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Outra vaga

 

Maluf, por sua vez, pode estar de olho em outra vaga que ficará disponível na Corte de Contas, a do atual presidente do órgão fiscalizador de contas, Antônio Joaquim, que já anunciou a aposentadoria após o encerrar seu mandato na presidência.

 

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(Foto: Reprodução)

Taques e Joaquim

 

Entretanto, Joaquim defende que sua cadeira na corte deve ser ocupada por um conselheiro substituto e não recomposta por indicação do Executivo ou Legislativo, já que sua vaga foi indicação do ex-governador Dante de Oliveira (falecido).

 

Antonio anunciou que o escolhido será a partir de uma lista tríplice formada pelos conselheiros substitutos Luiz Henrique de Lima, Luiz Carlos da Costa e Isaias Lopes da Cunha e caberá ao chefe do Executivo definir o nome.

 

O TCE adotou as diretrizes da Lei Orgânica da Magistratura (Lomam) e seguindo a legislação acolhida, a ascensão aos cargos de indicação do Executivo deverá sempre atender aos critérios de antiguidade de merecimento, alternadamente.

 

Guilherme Maluf, no entanto, contesta o presidente do TCE e diz que a discussão pode acabar na Justiça por conta de que a Assembleia Legislativa não abrirá mão de indicar o substituto.

 

Joaquim também defende a judiciar a questão caso o governador Pedro Taques (PSDB) não siga a determinação do TCE.

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